terça-feira, janeiro 31, 2017

para não esquecer os filmes


Para os não adeptos do poli-amor, talvez A Comunidade (Thomas Vinterberg, 2016) vá às últimas consequências da vida em comunidade. Um coletivo resolve dividir uma casa, quando o casal que primeiro tem a ideia de dividi-la se separa e a nova namorada se junta à comunidade e passa a conviver com a ex-mulher. É um bom filme, mas poucas questões da vida em comunidade são exploradas na trama. E algumas questões são muito rapidamente resolvida. Este é mais um filme do dinamarquês Thomas Vinterberg que coloca as famílias nessas situações-limite, como em Festa em Família (1998) e A Caça (2012), seu melhor filme.

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